Além de uma guerra civil o Rio de Janeiro vive uma guerra política.
Parece que estamos revivendo os anos mais cruéis da ditadura. Imprensa comprada ou silenciada como foi o caso do blogueiro Ricardo Gama que fazia duras críticas ao governo e foi vítima de um atentado a tiros.
Juíza assassinada por se opor a um exército paralelo que foi apoiado e financiado pelo governo.
Políticos obrigados a se calar ou seguir para o exílio, caso do deputado estadual Marcelo Freixo que após sofrer várias ameaças de morte foi convidado a deixar o país a convite da Anistia Internacional, que é um órgão da ONU em países que não respeitam ou seguem os direitos humanos.
Logo após Freixo deixar o pais por motivos de segurança, se deu início uma guerra de boatos tanto na mídia quanto no parlamento estadual. O prefeito da capital Eduardo Paes, divulgou uma nota para toda a mídia desmentindo e principalmente distorcendo os reais motivos da viajem de Freixo. Paes rapidamente foi seguido pela deputada estadual Cidinha Campos que subiu ao plenário para dar corpo as distorções de Paes, fato que causou estranheza a quem acompanha a carreira política e jornalistica de Cidinha. A mesma acompanhou Freixo em sua CPI das milícias e também foi vítima de ameaças que só pararam quando a mesma passou a apoiar os governantes pmdbistas. O que mudou nos discursos da ex aguerrida Cidinha?
Cidinha e Eduardo Paes logo foram desmentidos pelo jornalista Ricardo Boechat, que em busca da verdade foi entrevistar o membro da Anistia Internacional no Brasil, responsável pela saída de Freixo do país. Marcelo Freixo irá fazer várias palestras aos membros da Anistia Internacional. Freixo tem a missão de mostrar seus relatórios que apontam quem são os verdadeiros chefes dessa máfia.
Talvez, esse seja o motivo que fez o prefeito Eduardo Paes retirar seu sorriso irônico de sempre do rosto, para junto a seus 'comparsas' iniciar uma campanha difamatória.
Vamos aguardar o retorno de Freixo com um resumo de sua passagem pela Anistia para por fim saber qual é a verdade.
Criei esse blog para comentar, debater e ponderar sobre os recentes acontecimentos do Rio de Janeiro. Deixo minhas opiniões para refletir e opinar também sobre o país... Esse espaço é nosso, deixe um comentário. Entre em contato: marizieh@gmail.com ou on line no facebook.com
terça-feira, 8 de novembro de 2011
sábado, 22 de outubro de 2011
"CABRAL VS ROYALTIES"
O governo de Sérgio Cabral Filho em parte é um desastre, porém em outra é um sucesso!
Cabral é um exemplo de gestor, principalmente quando o assunto é mídia (salvo o desastre com os bombeiros quando os chamou de vândalos em rede nacional).
Porém, quando o assunto é finanças ou gestão de médio e longo prazo a face desastrosa de
Cabral é reconhecida imediatamente.
Nas mãos de Cabral, o estado do Rio de Janeiro vivenciou as maiores tragédia. Foram mais de 1000 mortos, sem contar os desaparecidos na região Serrana, outra centena em Niterói e Angra dos Reis. Na serra fluminense, em mais uma de suas demonstrações de fraqueza e descaso, deixou o seu vice comandando os resgates, enquanto curtia suas férias.
Cabral, só retornou ao Rio após ser duramente questionado pela presidente Dilma.
O caso dos bondes de Santa Tereza foi mais uma prova de sua administração pífia. Um ato de omissão criminosa com saldo de 5 mortos e dezenas de feridos. Ao final, mais uma imagem triste quando Cabral da Europa assume sua responsabilidade.
Quando a situação se acalma, Cabral em mais uma de suas peraltices, doa todos os bondes para serem vendidos por sua esposa via ONG.
Cabral parece uma criança acima da média que comete crimes se amparando no ECA.
O mais novo desastre foi a perda dos royalties para estados não produtores. Faltou empenho do governador e atitudes políticas.
Cabral em entrevista, berrou feito um bebê chorão que acabou de ver seu brinquedo roubado
por uma criança maior.
Com ar de choro, disse que sem o dinheiro do petróleo, o estado não teria como cumprir seus compromissos, "saldar dívidas com a união, cumprir contratos com empreiteiras e pagar aposentadorias". Declaração de incompetência ou chantagem?
Cadê o dinheiro do fundo de pensão dos aposentados do estado do Rio de Janeiro?
Será que a idéia de vender as aposentadorias dos funcionários da capital do estado utilizado
pelo prefeito Eduardo Paes veio de Cabral?
O povo fluminense terá que sofrer mais ainda com a má administração do governo Cabral e com sua má gestão? Teremos que 'apertar o cinto' e torcer?
Tenho algumas idéias para nosso bebê chorão, caso sua fraca articulação política não consiga reverter esse quadro.
1: Rever seu contrato com a empresa que aluga carros para a polícia militar. Mesmo o estado
trocando os carros como se fossem descartáveis ainda assim sairia mais barato;
2: Trocar os contêineres das UPPs e UPAs por construções em alvenaria. Cabral paga milhões pelos contêineres;
3: Gastar menos com propaganda, que neste, caso não pode ser tratada como "a alma do negócio",
Cabral vem gastando com propaganda, praticamente o que seria necessário para o saneamento o município de São Gonçalo;
4: Parar com suas doações generosas à Rede Globo. Cabral tem doado verdadeiras fortunas para ONGs ou OSs e empresas de propriedade da emissora.
Se Cabral fizer esse esforço, tenho certeza que a falta dos royalties irão pesar bem menos. Acredito que fazendo isso e algo mais, com certeza nossos aposentados não serão usados como desculpa para a incompetência.
Cabral é um exemplo de gestor, principalmente quando o assunto é mídia (salvo o desastre com os bombeiros quando os chamou de vândalos em rede nacional).
Porém, quando o assunto é finanças ou gestão de médio e longo prazo a face desastrosa de
Cabral é reconhecida imediatamente.
Nas mãos de Cabral, o estado do Rio de Janeiro vivenciou as maiores tragédia. Foram mais de 1000 mortos, sem contar os desaparecidos na região Serrana, outra centena em Niterói e Angra dos Reis. Na serra fluminense, em mais uma de suas demonstrações de fraqueza e descaso, deixou o seu vice comandando os resgates, enquanto curtia suas férias.
Cabral, só retornou ao Rio após ser duramente questionado pela presidente Dilma.
O caso dos bondes de Santa Tereza foi mais uma prova de sua administração pífia. Um ato de omissão criminosa com saldo de 5 mortos e dezenas de feridos. Ao final, mais uma imagem triste quando Cabral da Europa assume sua responsabilidade.
Quando a situação se acalma, Cabral em mais uma de suas peraltices, doa todos os bondes para serem vendidos por sua esposa via ONG.
Cabral parece uma criança acima da média que comete crimes se amparando no ECA.
O mais novo desastre foi a perda dos royalties para estados não produtores. Faltou empenho do governador e atitudes políticas.
Cabral em entrevista, berrou feito um bebê chorão que acabou de ver seu brinquedo roubado
por uma criança maior.
Com ar de choro, disse que sem o dinheiro do petróleo, o estado não teria como cumprir seus compromissos, "saldar dívidas com a união, cumprir contratos com empreiteiras e pagar aposentadorias". Declaração de incompetência ou chantagem?
Cadê o dinheiro do fundo de pensão dos aposentados do estado do Rio de Janeiro?
Será que a idéia de vender as aposentadorias dos funcionários da capital do estado utilizado
pelo prefeito Eduardo Paes veio de Cabral?
O povo fluminense terá que sofrer mais ainda com a má administração do governo Cabral e com sua má gestão? Teremos que 'apertar o cinto' e torcer?
Tenho algumas idéias para nosso bebê chorão, caso sua fraca articulação política não consiga reverter esse quadro.
1: Rever seu contrato com a empresa que aluga carros para a polícia militar. Mesmo o estado
trocando os carros como se fossem descartáveis ainda assim sairia mais barato;
2: Trocar os contêineres das UPPs e UPAs por construções em alvenaria. Cabral paga milhões pelos contêineres;
3: Gastar menos com propaganda, que neste, caso não pode ser tratada como "a alma do negócio",
Cabral vem gastando com propaganda, praticamente o que seria necessário para o saneamento o município de São Gonçalo;
4: Parar com suas doações generosas à Rede Globo. Cabral tem doado verdadeiras fortunas para ONGs ou OSs e empresas de propriedade da emissora.
Se Cabral fizer esse esforço, tenho certeza que a falta dos royalties irão pesar bem menos. Acredito que fazendo isso e algo mais, com certeza nossos aposentados não serão usados como desculpa para a incompetência.
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
"UPP S/A"
No ano de 2008, teve início o projeto UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) no morro DONA MARTA ou SANTA como é chamado por seus moradores.
O projeto se tornou referência, no Brasil e no mundo, quando se fala em segurança pública.
Com o sucesso da primeira UPP, houve a promessa de retomada pelo estado de territórios dominados pelo tráfico . Como retomar, se o estado nunca se fez presente?
Houve uma corrida contra o tempo por parte do governador Sérgio Cabral e sua força de segurança para aumentar ao máximo o número de unidades e por fim, garantir sua reeleição.
Cabral pacificou favelas da zona sul, mas excluiu do seu roteiro a favela da ROCINHA (considerada a maior favela da América Latina) e com faturamento do tráfico muito maior que todas as outras juntas.
Cabral, foi forçado a pacificar a favela do BATAN (favela até então dominada por milicianos). Lá foi o palco do sequestro e tortura de jornalistas do O DIA. Só esqueceu do Conjunto do FUMACÊ, que fica em frente, e é dominada por traficantes sanguinários que travavam guerra constante com milicianos da comunidade vizinha.
Cabral partiu também, para o maciço da Tijuca. Área que fica no entorno do Maracanã (palco da final da copa de 2014).
A prova de fogo veio com a "tomada" do complexo do alemão que após, show de mídia, ainda é um calo no pé do governador.
Até o momento, Cabral pacificou 27 comunidades e conseguiu a marca histórica de levar à justiça apenas um chefe do tráfico.
Entre capital e região metropolitana, existem quase 2000 comunidades dominadas por tráfico ou grupos de milicianos.
Cabral também encontra dificuldades quando o assunto é corrupção dentro das próprias UPPs.
O envolvimento de policiais com o crime organizado ou policiais que organizam o crime, cresce de maneira assustadora.
Falta treinamento ou um salário mais digno? Muito difícil exigir uma conduta correta de seus subordinados quando o mesmo não as segue,ou dá o exemplo.
Além de baixo salário, Cabral não investe em equipamentos (salvo em carros que veem de um serviço terceirizado a custos exorbitantes).
O governo do Rio paga em alugueis de cada carro em um ano, o equivalente ao preço de um carro zerinho.
Alugar, para o governo fluminense é muito mais lucrativo e mais seguro que investir na bolsa de valores.
O caso mais impressionante dentro do projeto UPP, foi uma moradora doar uma geladeira usada, para o 'container' (também alugado pelo estado) que serve de base para os policiais. A moradora, diz estar cansada de ver os policiais que fazem o patrulhamento em sua comunidade, passarem pelo constrangimento de não ter o aparelho para uso próprio.
As reclamações vindas de policiais, são exibidas diariamente pelas emissoras de tv, menos pela Rede Globo de televisão que é beneficiada mensalmente por Cabral e também pelo prefeito da capital Eduardo Paes.
Por falar em prefeito, tenho certeza que no ano que vem (2012) teremos uma UPP na comunidade de VILA KENNEDY que tem conflitos diários a mais de oito meses.
2012 é ano de eleições municipais. E em ano de eleição, Cabral esquece Paris!
O projeto se tornou referência, no Brasil e no mundo, quando se fala em segurança pública.
Com o sucesso da primeira UPP, houve a promessa de retomada pelo estado de territórios dominados pelo tráfico . Como retomar, se o estado nunca se fez presente?
Houve uma corrida contra o tempo por parte do governador Sérgio Cabral e sua força de segurança para aumentar ao máximo o número de unidades e por fim, garantir sua reeleição.
Cabral pacificou favelas da zona sul, mas excluiu do seu roteiro a favela da ROCINHA (considerada a maior favela da América Latina) e com faturamento do tráfico muito maior que todas as outras juntas.
Cabral, foi forçado a pacificar a favela do BATAN (favela até então dominada por milicianos). Lá foi o palco do sequestro e tortura de jornalistas do O DIA. Só esqueceu do Conjunto do FUMACÊ, que fica em frente, e é dominada por traficantes sanguinários que travavam guerra constante com milicianos da comunidade vizinha.
Cabral partiu também, para o maciço da Tijuca. Área que fica no entorno do Maracanã (palco da final da copa de 2014).
A prova de fogo veio com a "tomada" do complexo do alemão que após, show de mídia, ainda é um calo no pé do governador.
Até o momento, Cabral pacificou 27 comunidades e conseguiu a marca histórica de levar à justiça apenas um chefe do tráfico.
Entre capital e região metropolitana, existem quase 2000 comunidades dominadas por tráfico ou grupos de milicianos.
Cabral também encontra dificuldades quando o assunto é corrupção dentro das próprias UPPs.
O envolvimento de policiais com o crime organizado ou policiais que organizam o crime, cresce de maneira assustadora.
Falta treinamento ou um salário mais digno? Muito difícil exigir uma conduta correta de seus subordinados quando o mesmo não as segue,ou dá o exemplo.
Além de baixo salário, Cabral não investe em equipamentos (salvo em carros que veem de um serviço terceirizado a custos exorbitantes).
O governo do Rio paga em alugueis de cada carro em um ano, o equivalente ao preço de um carro zerinho.
Alugar, para o governo fluminense é muito mais lucrativo e mais seguro que investir na bolsa de valores.
O caso mais impressionante dentro do projeto UPP, foi uma moradora doar uma geladeira usada, para o 'container' (também alugado pelo estado) que serve de base para os policiais. A moradora, diz estar cansada de ver os policiais que fazem o patrulhamento em sua comunidade, passarem pelo constrangimento de não ter o aparelho para uso próprio.
As reclamações vindas de policiais, são exibidas diariamente pelas emissoras de tv, menos pela Rede Globo de televisão que é beneficiada mensalmente por Cabral e também pelo prefeito da capital Eduardo Paes.
Por falar em prefeito, tenho certeza que no ano que vem (2012) teremos uma UPP na comunidade de VILA KENNEDY que tem conflitos diários a mais de oito meses.
2012 é ano de eleições municipais. E em ano de eleição, Cabral esquece Paris!
domingo, 11 de setembro de 2011
"O Rio de Janeiro que a mídia não mostra, e o Brasil não conhece."
Em época de manifestações contra a corrupção, cada um dos milhões de brasileiros, vai formando suas idéias e opiniões a respeito do que vem sendo divulgado.
O PT, tem recebido grande destaque da mídia nacional. Palocci com seu enriquecimento ilícito ou não (?)... O ex-presidente, com suas palestras milionárias, o patrimônio da família 'Lula'. José Dirceu com sua atuação nos bastidores do poder. A 'faxina' da presidente Dilma com os desvios, desfalques, projetos e licitações dos ministérios, prisões. As viagens, hotéis e vantagens pagas por empresários. Assuntos que são de interesse dos brasileiros.
Em todas as leituras que faço, fico sempre me perguntando : - Por que, o que vem acontecendo no Rio de Janeiro não é exposto para todo o Brasil? Por que, o governador do estado Sérgio Cabral Filho e o Prefeito da capital Eduardo Paes, não estão entre os escândalos que são investigados?
O meu desafio é que os Grupos de Jornalismo: Globo, Record, SBT, Abril e todos os demais conglomerados de notícias façam seu papel. Investigação imparcial, verdadeira e que divulguem com reportagens claras em seus canais, jornais e revistas de circulação nacional.
Ou será que a mídia nacional trabalha para o governo do Rio de Janeiro?
Porque para o Brasil, Cabral & Paes aparecem como os melhores governantes que os cariocas já tiveram.
Que estão transformando a capital do estado numa Paris moderna. E que o marco final para este desenvolvimento é a Copa 2014 e Olimpíada 2016.
Nas reportagens nacionais sobre o Rio de Janeiro, fora algumas poucas exceções, não existe violência, fome ou miséria.
Aqui, segundo a mídia, todos os hospitais funcionam de maneira satisfatória, pacientes não morrem sem atendimento nos corredores ou em meio a lixo e fezes. Aqui, os estudantes das escolas públicas, estão recebendo formação qualificada, as escolas tem todas as estruturas necessárias e profissionais são os mais valorizados. Aqui, não existe mais tráfico de drogas e assaltos são episódios pontuais. Que as tragédias não são de responsabilidade do governo. E que...Clínicas da Família, Bolsa Cidadão, Bilhete Único, BRT, Trans, Porto Maravilha, Museu do Amanhã, etc, é tudo que a população precisava e que não existem problemas.
Se fizerem seu papel, poderão divulgar por exemplo, sobre a fortuna que Sérgio Cabral tem acumulando nesses últimos anos. Que a esposa do governador e seu escritório de advocacia, representam concessionárias de transporte na Cidade. Que os serviços são de péssima qualidade e todas denúncias são encobertas.
Que o governador recebe benécias dos empresários com quem negocia, compartilham viagens, amigos e finais de semana. Inclusive tragédia e mortes. Tudo abafado e esquecido. E por que a prevaricação/improbidade, não é questionada pela Alerj.
Divulgar que as obras, tem superfaturamento e que são sempre as mesmas empresas (dos amigos) que ganham as licitações. O Maracanâ por exemplo, teve seu valor aumentado em quase 50%.
Os gastos abusivo com o aluguel das Unidades de Pronto Atendimento (UPA), que se fossem construídas teriam custo menor. Que mesmo com alto custo, o atendimento é deficiente, não por culpa dos profissionais mas por desvalorização.
A imprensa nacional precisa ampliar o apoio aos servidores públicos do estado, professores, médicos, bombeiros que além de terem baixa remuneração, são desqualificados pelo administrador. Preguiçosos, vagabundos e vândalos é desta forma que o governador refere-se aos trabalhadores.
E seria muito bom ver investigado e apresentado ao país, a pacificação, que tem como objetivo retomar para o Estado, o território das comunidades, que por anos foi ignorado, com a população refém das facções. A total ausência do estado e dos serviços básicos. A violência, o tráfico de drogas, a falta de estruturas para que a dignidade dos moradores fosse preservada.
-Claro que o atual governador não é o responsável por todos esses problemas, gerados pelo descaso. Mas é preciso informar que para apresentar um projeto que agradasse a opinião pública mundial e os interesses dos eventos, foram criadas as UPPs.
Deveriam publicar que a crise das UPPs começa na formação dos oficiais, está sendo lenta se comparada com a necessidade do contingente e ao mesmo tempo rápida demais para oferecer uma melhor preparação. Dizer que as verbas, não chegam. Salário baixo/gratificação não paga, a falta desde o uniforme, até a infra-estrutura nas UPPs recém inauguradas. Fatores que expõem os militares aos riscos, físicos e morais.
-Estou falando do policiamento de áreas que tem uma densidade populacional maior que diversas cidades brasileiras, sendo portanto de interesse de todos.
De acordo com a localização, as incursões foram acontecendo e o resultado parecia ser satisfatório. As comunidades localizadas na Zona Sul, receberam UPP sem que fossem questionados o que aconteceria com o restante das áreas. Para onde estariam seguindo a grande massa que anteriormente participava do tráfico?
-Mesmo porque, a complexidade do crime no Rio de Janeiro é enorme, são 3 facções e diversos grupos de milicianos, cada um deles dominando territórios e confrontando-se por isso. O que poucos sabem é que as milícias em seu início receberam apoio do atual governador e prefeito da capital. É fácil encontrar vídeos no YouTube das duas autoridades fazendo defesa pública e ferrenha dessa praga que hoje infesta a cidade.
E expor que não é difícil entender o porque da blindagem feita pela mídia para proteger a dupla Paes & Cabral. São milhões de reais repassados mensalmente em forma de propaganda, contratos ou para custear eventos que em nada beneficiam a população (shows, ufc e cavalos).
Será isso que motiva a mídia para não desvendar e publicar a verdade?
Gostaria de ver investigado e divulgado matéria dos acordos que estão sendo feitos com uma das facções, as vantagens que algumas áreas e pessoas estão recebendo. com o objetivo de que as notícias sejam sempre boas. A calma nas comunidade pacificadas no Rio de Janeiro está sendo vendida/comprada. Uma pacificação, imposta pelo medo e pelos acordos. E o medo hoje, toma conta de todo o Estado.
Estamos vivendo em um conto de fadas onde criminosos fazem o papel de Cinderela.
-Quem luta pela verdade sofre atentado a tiros.
-Quem luta pela justiça é metralhado na porta de casa.
-Quem salva vidas por um salário de fome e vândalo ou vagabundo.
-Quem pega trem pra trabalhar leva chibatada.
-O trabalhador é punido diariamente nas filas dos hospitais.
Com os eventos futuros, estado e prefeitura vem recebendo bilhões de reais em empréstimos e investimentos que deveriam trazer melhorias reais para a população.
Seria fácil divulgar ao país o que acontece no Estado, basta perguntar a qualquer carioca das áreas abandonadas pelos administradores.
-Onde estão as melhorias que aparecem na propaganda da tv?
Mas a imprensa só mostra para o Brasil e o mundo, o Rio de Janeiro perfeito de Cabral & Paes.
É muito triste ver que os grupos de mídia deste país, são muito fortes para divulgar sobre um partido político, mas são levianos como veículo de informação imparcial e de interesse nacional.
O PT, tem recebido grande destaque da mídia nacional. Palocci com seu enriquecimento ilícito ou não (?)... O ex-presidente, com suas palestras milionárias, o patrimônio da família 'Lula'. José Dirceu com sua atuação nos bastidores do poder. A 'faxina' da presidente Dilma com os desvios, desfalques, projetos e licitações dos ministérios, prisões. As viagens, hotéis e vantagens pagas por empresários. Assuntos que são de interesse dos brasileiros.
Em todas as leituras que faço, fico sempre me perguntando : - Por que, o que vem acontecendo no Rio de Janeiro não é exposto para todo o Brasil? Por que, o governador do estado Sérgio Cabral Filho e o Prefeito da capital Eduardo Paes, não estão entre os escândalos que são investigados?
O meu desafio é que os Grupos de Jornalismo: Globo, Record, SBT, Abril e todos os demais conglomerados de notícias façam seu papel. Investigação imparcial, verdadeira e que divulguem com reportagens claras em seus canais, jornais e revistas de circulação nacional.
Ou será que a mídia nacional trabalha para o governo do Rio de Janeiro?
Porque para o Brasil, Cabral & Paes aparecem como os melhores governantes que os cariocas já tiveram.
Que estão transformando a capital do estado numa Paris moderna. E que o marco final para este desenvolvimento é a Copa 2014 e Olimpíada 2016.
Nas reportagens nacionais sobre o Rio de Janeiro, fora algumas poucas exceções, não existe violência, fome ou miséria.
Aqui, segundo a mídia, todos os hospitais funcionam de maneira satisfatória, pacientes não morrem sem atendimento nos corredores ou em meio a lixo e fezes. Aqui, os estudantes das escolas públicas, estão recebendo formação qualificada, as escolas tem todas as estruturas necessárias e profissionais são os mais valorizados. Aqui, não existe mais tráfico de drogas e assaltos são episódios pontuais. Que as tragédias não são de responsabilidade do governo. E que...Clínicas da Família, Bolsa Cidadão, Bilhete Único, BRT, Trans, Porto Maravilha, Museu do Amanhã, etc, é tudo que a população precisava e que não existem problemas.
Se fizerem seu papel, poderão divulgar por exemplo, sobre a fortuna que Sérgio Cabral tem acumulando nesses últimos anos. Que a esposa do governador e seu escritório de advocacia, representam concessionárias de transporte na Cidade. Que os serviços são de péssima qualidade e todas denúncias são encobertas.
Que o governador recebe benécias dos empresários com quem negocia, compartilham viagens, amigos e finais de semana. Inclusive tragédia e mortes. Tudo abafado e esquecido. E por que a prevaricação/improbidade, não é questionada pela Alerj.
Divulgar que as obras, tem superfaturamento e que são sempre as mesmas empresas (dos amigos) que ganham as licitações. O Maracanâ por exemplo, teve seu valor aumentado em quase 50%.
Os gastos abusivo com o aluguel das Unidades de Pronto Atendimento (UPA), que se fossem construídas teriam custo menor. Que mesmo com alto custo, o atendimento é deficiente, não por culpa dos profissionais mas por desvalorização.
A imprensa nacional precisa ampliar o apoio aos servidores públicos do estado, professores, médicos, bombeiros que além de terem baixa remuneração, são desqualificados pelo administrador. Preguiçosos, vagabundos e vândalos é desta forma que o governador refere-se aos trabalhadores.
E seria muito bom ver investigado e apresentado ao país, a pacificação, que tem como objetivo retomar para o Estado, o território das comunidades, que por anos foi ignorado, com a população refém das facções. A total ausência do estado e dos serviços básicos. A violência, o tráfico de drogas, a falta de estruturas para que a dignidade dos moradores fosse preservada.
-Claro que o atual governador não é o responsável por todos esses problemas, gerados pelo descaso. Mas é preciso informar que para apresentar um projeto que agradasse a opinião pública mundial e os interesses dos eventos, foram criadas as UPPs.
Deveriam publicar que a crise das UPPs começa na formação dos oficiais, está sendo lenta se comparada com a necessidade do contingente e ao mesmo tempo rápida demais para oferecer uma melhor preparação. Dizer que as verbas, não chegam. Salário baixo/gratificação não paga, a falta desde o uniforme, até a infra-estrutura nas UPPs recém inauguradas. Fatores que expõem os militares aos riscos, físicos e morais.
-Estou falando do policiamento de áreas que tem uma densidade populacional maior que diversas cidades brasileiras, sendo portanto de interesse de todos.
De acordo com a localização, as incursões foram acontecendo e o resultado parecia ser satisfatório. As comunidades localizadas na Zona Sul, receberam UPP sem que fossem questionados o que aconteceria com o restante das áreas. Para onde estariam seguindo a grande massa que anteriormente participava do tráfico?
-Mesmo porque, a complexidade do crime no Rio de Janeiro é enorme, são 3 facções e diversos grupos de milicianos, cada um deles dominando territórios e confrontando-se por isso. O que poucos sabem é que as milícias em seu início receberam apoio do atual governador e prefeito da capital. É fácil encontrar vídeos no YouTube das duas autoridades fazendo defesa pública e ferrenha dessa praga que hoje infesta a cidade.
E expor que não é difícil entender o porque da blindagem feita pela mídia para proteger a dupla Paes & Cabral. São milhões de reais repassados mensalmente em forma de propaganda, contratos ou para custear eventos que em nada beneficiam a população (shows, ufc e cavalos).
Será isso que motiva a mídia para não desvendar e publicar a verdade?
Gostaria de ver investigado e divulgado matéria dos acordos que estão sendo feitos com uma das facções, as vantagens que algumas áreas e pessoas estão recebendo. com o objetivo de que as notícias sejam sempre boas. A calma nas comunidade pacificadas no Rio de Janeiro está sendo vendida/comprada. Uma pacificação, imposta pelo medo e pelos acordos. E o medo hoje, toma conta de todo o Estado.
Estamos vivendo em um conto de fadas onde criminosos fazem o papel de Cinderela.
-Quem luta pela verdade sofre atentado a tiros.
-Quem luta pela justiça é metralhado na porta de casa.
-Quem salva vidas por um salário de fome e vândalo ou vagabundo.
-Quem pega trem pra trabalhar leva chibatada.
-O trabalhador é punido diariamente nas filas dos hospitais.
Com os eventos futuros, estado e prefeitura vem recebendo bilhões de reais em empréstimos e investimentos que deveriam trazer melhorias reais para a população.
Seria fácil divulgar ao país o que acontece no Estado, basta perguntar a qualquer carioca das áreas abandonadas pelos administradores.
-Onde estão as melhorias que aparecem na propaganda da tv?
Mas a imprensa só mostra para o Brasil e o mundo, o Rio de Janeiro perfeito de Cabral & Paes.
É muito triste ver que os grupos de mídia deste país, são muito fortes para divulgar sobre um partido político, mas são levianos como veículo de informação imparcial e de interesse nacional.
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
"Eduardo Paes faz o que quer e ninguém diz nada".
Sou uma carioca indignada com os abusos da atual administração da minha Cidade, tão Maravilhosa, sendo destruida por melhorias turísticas e eventuais. Fico indignada com o descaso e o abuso com a população. São tantos os episódios, mas vou reter-me a um único ponto.
Venho denunciando sobre algumas passarelas da Avenida Brasil, fiz uma nota sobre a passarela 7 no dia 09/02/2011 e reproduzo um trecho.
"No início de 2010, o CREA vistoriou as 47 passarelas de pedestres que expalham-se por toda a extensão da gradiosa via. Como a responsabilidade pela manutenção e conservação pertence a prefeitura, o relatório final da vistoria foi enviado para os órgãos competentes(?) da atual administração.
A mídia, deu ampla cobertura as falhas apontadas e podemos comprovar o que diziam, é fácil VER, o que o relatório técnico apontava. Desplacamento, desnível, desgaste, corrozão das ferragens, buracos, falta de corrimão, etc. Infelizmente nada foi feito.
A população que utiliza as passarelas e os veículos que passam sob elas, contavam com a sorte.
No dia 07/02, um bloco de concreto, parte da estrutura da passarela 7 caiu sobre um carro. Durante o dia os farelhos que voavam pareciam confetes. Ninguém assumiu a responsabilidade e o prejuízo parece que ficará com o dono do veículo que precisou ser rebocado em vista do estrago que o carro sofreu.
Hoje o que me surpreendeu foi a notícia da providência que a Prefeitura irá tomar... Vão retirar a passarela 7.
Eu pergunto aos órgãos competentes... O que os pedestres farão para atravessar a Avenida Brasil? Beber Red Bull e criar asas? Andar alguns quilometros para acessar outra passarela? Correndo o risco de assalto? E as demais passarelas? A 3 também está caindo.
Fico abismada com o descaso e a incompetência. Ou será esperteza? Deixar destruir e construir uma nova sai mais barato ou é mais conveniente? Tragédias anunciadas com meses de antecipação, dão o direito a gastos sem licitações?"
Estamos no mês de setembro e o que aconteceu?
Uma empresa de engenharia foi contratada e os pedestres estão utilizando desde fevereiro, uma passarela tubular que oferece alguns problemas. Muito alta, estreita, com tábuas que apresentam desgaste e balançam com o peso das pessoas. O mais impressionante é que a passarela 7 é o único acesso que as pessoas têm para chegar ao Hospital Federal de Bonsucesso. Quem mais necessita de facilidades para locomoção do que pacientes que procuram o hospital? Pessoas com crianças de colo, mulheres grávidas e idosos são os que mais sofrem.
Esta semana, o trânsito da Avenida foi interrompido para que uma nova passarela seja instalada. Ela está sendo erguida com placas pré-fabricadas e ao custo de R$ 3 milhões, logo teremos uma festa de inauguração.
Meu objetivo é divulgar, mas gostaria de ter informações. Será que alguém sabe qual o preço do aluguel da tubular? Porque a demora de 6 meses para iniciar as obras da nova, já que ela é pré-fabricada? Porque o CREA não se manifesta? E o Ministério Público, porque permite que a população seja diariamente usurpada do seu direito de ir e vir com segurança? Porque o Prefeito Eduardo Paes faz o que quer e ninguém diz nada?
Sou apenas uma Carioca Indignada, e sei que não sou a única.
Venho denunciando sobre algumas passarelas da Avenida Brasil, fiz uma nota sobre a passarela 7 no dia 09/02/2011 e reproduzo um trecho.
"No início de 2010, o CREA vistoriou as 47 passarelas de pedestres que expalham-se por toda a extensão da gradiosa via. Como a responsabilidade pela manutenção e conservação pertence a prefeitura, o relatório final da vistoria foi enviado para os órgãos competentes(?) da atual administração.
A mídia, deu ampla cobertura as falhas apontadas e podemos comprovar o que diziam, é fácil VER, o que o relatório técnico apontava. Desplacamento, desnível, desgaste, corrozão das ferragens, buracos, falta de corrimão, etc. Infelizmente nada foi feito.
A população que utiliza as passarelas e os veículos que passam sob elas, contavam com a sorte.
No dia 07/02, um bloco de concreto, parte da estrutura da passarela 7 caiu sobre um carro. Durante o dia os farelhos que voavam pareciam confetes. Ninguém assumiu a responsabilidade e o prejuízo parece que ficará com o dono do veículo que precisou ser rebocado em vista do estrago que o carro sofreu.
Hoje o que me surpreendeu foi a notícia da providência que a Prefeitura irá tomar... Vão retirar a passarela 7.
Eu pergunto aos órgãos competentes... O que os pedestres farão para atravessar a Avenida Brasil? Beber Red Bull e criar asas? Andar alguns quilometros para acessar outra passarela? Correndo o risco de assalto? E as demais passarelas? A 3 também está caindo.
Fico abismada com o descaso e a incompetência. Ou será esperteza? Deixar destruir e construir uma nova sai mais barato ou é mais conveniente? Tragédias anunciadas com meses de antecipação, dão o direito a gastos sem licitações?"
Estamos no mês de setembro e o que aconteceu?
Uma empresa de engenharia foi contratada e os pedestres estão utilizando desde fevereiro, uma passarela tubular que oferece alguns problemas. Muito alta, estreita, com tábuas que apresentam desgaste e balançam com o peso das pessoas. O mais impressionante é que a passarela 7 é o único acesso que as pessoas têm para chegar ao Hospital Federal de Bonsucesso. Quem mais necessita de facilidades para locomoção do que pacientes que procuram o hospital? Pessoas com crianças de colo, mulheres grávidas e idosos são os que mais sofrem.
Esta semana, o trânsito da Avenida foi interrompido para que uma nova passarela seja instalada. Ela está sendo erguida com placas pré-fabricadas e ao custo de R$ 3 milhões, logo teremos uma festa de inauguração.
Meu objetivo é divulgar, mas gostaria de ter informações. Será que alguém sabe qual o preço do aluguel da tubular? Porque a demora de 6 meses para iniciar as obras da nova, já que ela é pré-fabricada? Porque o CREA não se manifesta? E o Ministério Público, porque permite que a população seja diariamente usurpada do seu direito de ir e vir com segurança? Porque o Prefeito Eduardo Paes faz o que quer e ninguém diz nada?
Sou apenas uma Carioca Indignada, e sei que não sou a única.
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